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Bulimia nervosa: o que é, quais os sintomas, causas e tratamentos.

A bulimia nervosa é um transtorno alimentar que se caracteriza pelo consumo em excesso de alimentos em um curto período de tempo e a preocupação exagerada com o aumento do peso. 

Contudo, é importante citar que esse comportamento está diretamente relacionado à qualidade de vida de um indivíduo, uma vez que quando ele acontece, em geral, foi precedido por outros problemas de caráter psicológico ou emocional, podendo a pessoa, inclusive, necessitar de uma clínica de recuperação.

Em um momento onde a imagem corporal tem sido destaque em redes sociais, a busca pelo que se convencionou chamar de corpo ideal gera uma polêmica. Aliás, de acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), 5% das mulheres do mundo sofrem com bulimia nervosa.

Nesse artigo vamos falar mais sobre o transtorno, os cuidados necessários e sintomas. Confira conosco e boa leitura!

O que é bulimia nervosa?

A bulimia nervosa é caracterizada, em qualquer idade, por episódios recorrentes de alimentação excessiva seguidos por comportamentos compensatórios. Por exemplo, quando uma pessoa provoca intencionalmente o vômito após a ingestão do alimento.

Antes de conhecer a fundo sobre a bulimia nervosa, é necessário compreender  que não existe uma causa específica para o transtorno. Isso porque, ele pode surgir de uma combinação de fatores que impactam de forma individual a vida de uma pessoa.

Entre adolescentes, a bulimia nervosa ainda é mais perigosa, já que os números apontam que os casos entre 13 e 17 anos chegam ao dobro da média brasileira.

Além disso, há um agravante entre jovens que é uma resistência maior em reconhecer o quadro de compulsão alimentar.

 Os estudos mostram que a bulimia nervosa possui maior incidência em mulheres jovens, entre a adolescência e os primeiros anos da idade adulta.

Indivíduos com bulimia nervosa tendem, de modo geral, a possuir uma visão distorcida de sua aparência física, o que impacta negativamente na autoestima e no equilíbrio mental.

Quais os sintomas (características) da bulimia nervosa?

São vários os sintomas ou características comuns a quem sofre do transtorno de bulimia nervosa. Porém, como alguns deles são encontrados em outras situações que não se relacionam a isso, é importante a atenção no caso de suspeita entre amigos ou familiares.

De modo geral, eles podem acontecer de forma simultânea ou não aos outros sintomas. Como por exemplo:

  • Uso regular de laxantes, inibidores de apetite ou diuréticos, principalmente sem acompanhamento médico;
  • Sentimento de angústia e culpa após a ingestão excessiva de alimentos;
  • Inflamações frequentes na garganta, aparecimento frequente de cáries ou dentes desgastados;
  • Dores abdominais e sistema digestivo com frequente inflamação;
  • Constrangimento ou vergonha de comer em público;
  • Imagem distorcida do próprio corpo, ou seja, a pessoa não é capaz de avaliar seu real peso e considera nunca estar próximo ao que muito acham ser o padrão (o corpo magro ou malhado);
  • Atividades físicas em excesso, mesmo em condições inadequadas como, por exemplo, doente ou machucado;
  • Realização de dietas sem acompanhamento de um médico ou nutricionista ou ainda regimes extremos como jejum intermitente;
  • Contagem exagerada de calorias ou recusa em comer determinados alimentos;
  • Uso de roupas que escondam o corpo ou rituais obsessivos para se alimentar ou preparar alimentos;
  • Menstruação irregular.

Além disso, como consequência dos hábitos relacionados à bulimia nervosa e aos episódios de vômito após comer, aparecem sintomas de desidratação, depressão, ansiedade e irritabilidade.

Como diferenciar bulimia nervosa de anorexia

Uma dúvida comum é no que se refere à diferença entre a bulimia e a anorexia. Em resumo, a pessoa com bulimia nervosa possui o peso adequado ou pouco acima do ideal para a idade. Por sua vez, na anorexia, a pessoa está abaixo do peso normal para a idade e mesmo assim não é capaz de perceber. 

Outra diferença está na alimentação enquanto a pessoa convive com o transtorno alimentar. De modo geral, quem possui bulimia nervosa, come, porém, tem a necessidade de vomitar após a ingestão. Já na anorexia, pode haver quadros em que o indivíduo fica horas ou dias sem comer, com medo de engordar.

Ambas são graves e precisam de tratamento, mas pela bulimia apresentar menos sinais físicos, ela pode ser mais difícil de ser percebida.

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Causas da bulimia nervosa

Ainda que a bulimia nervosa possa ter causas como predisposição genética, combinação de fatores sociais e culturais ou mesmo traumas, não é possível determinar uma causa específica para que ela ocorra.

Porém, é perceptível que os fatores psicológicos estão presentes em praticamente todos os casos. Em outras palavras, a instabilidade emocional, afetiva ou de autoestima desencadeia gatilhos ou situações negativas que levam a pessoa até os episódios de bulimia nervosa.

O culto exagerado ao corpo ou mesmo à forma como a família e amigos lidam com a aparência física de uma pessoa pode influenciar no surgimento da bulimia.

Isso porque, algumas pessoas podem desenvolver um sentimento de culpa em relação ao próprio corpo, e devido a isso, se apoiar em um comportamento que irá se tornar um transtorno alimentar.

Nesse sentido, muitas vezes a pessoa interpreta que o seu corpo não é o ideal e passam a “culpá-lo” pela sua infelicidade, evitando, assim, o máximo ganho de peso. Para isso, normalmente comem o que desejam, mas logo em seguida, devido ao sentimento de culpa, acabam por eliminar para que não exista ganho de peso.

Tratamento da bulimia nervosa

O diagnóstico e tratamento da bulimia nervosa precisa do acompanhamento especializado, a fim de que seja capaz de ajudar uma pessoa que sofre o transtorno.

Isso porque, a confirmação do diagnóstico depende da avaliação médica, onde são percebidos a frequência e intensidade do comportamento.

Por se tratar de um transtorno psicológico e alimentar, um acompanhamento completo irá incluir profissionais da área médica, psicológica e de nutrição.

Em casos graves, o indivíduo com bulimia nervosa pode recorrer ao internamento em clínicas especializadas, como é o caso das Clínicas Virtude.

Com unidades em Fortaleza, Recife, Brasília e Anápolis, as Clínicas Virtude valorizam a dignidade humana, respeitam a subjetividade e apostam na integralização e personalização dos tratamentos terapêuticos.

Por isso, disponibiliza consultas e tratamentos ambulatoriais, hospital dia, remoção em UTI móvel e internação psiquiátrica para que o paciente com bulimia nervosa possa ter um tratamento humanizado e dedicado.

Se precisar, fale conosco agora que estamos prontos para atendê-lo!

Efeitos da cocaína: quais os sintomas, tempo de duração e o que fazer

A cocaína é uma substância nitrogenada extraída das folhas de coca (Erythroxylon coca), uma planta comum na região andina da América do Sul. Quando utilizada, os efeitos da cocaína estimulam o sistema nervoso central, além de provocar outras reações no organismo humano.

O cultivo da planta data desde os incas, para fins medicinais. Contudo, por volta de 1900, as folhas começaram a ser processadas para finalidade recreativa. Nesse sentido, a medicina apresenta números sólidos para comprovar que a “recreação” não faz qualquer bem ao organismo.

Suas funções psicoativas, além de outros males, podem causar depressão, ansiedade e até culminar em suicídios.

De acordo com o Relatório Mundial sobre drogas de 2020, cerca de 6 milhões de brasileiros admitiram já ter consumido o entorpecente ou seus derivados, como por exemplo crack, óxi e merla. Do total de entrevistados, 442 mil são adolescentes entre 14 e 17 anos.

Boa parte desses usuários desenvolvem dependência química, necessitando de uma internação em uma clínica de recuperação para desintoxicar o organismo.

A droga pode ser encontrada em forma de pó (cloridrato de cocaína), pasta, merla e crack, possuindo alta capacidade de viciar, além de trazer riscos gravíssimos à saúde do usuário.

Nesse artigo, explicaremos sobre os efeitos da cocaína, seu tempo de duração e sintomas resultantes do uso. Confira conosco e boa leitura!

Quais são os sintomas dos efeitos da cocaína no corpo?

Assim como todas as substâncias psicotrópicas, os efeitos da cocaína no corpo são significativos e alguns deles, a curto ou longo prazo, podem ser irreversíveis. A aspiração nasal ou o consumo via pedra (como é feito por usuários da cocaína na forma de crack) afetam diretamente os neurotransmissores e a pressão sanguínea. 

Dessa forma, a sensação de euforia e animação escondem riscos gravíssimos, como queda de pressão, desmaio, surto psicótico e até mesmo uma parada cardíaca.

A cocaína, em sua composição natural, já seria capaz de tantos malefícios, mas em forma de pó ela é ainda mais prejudicial.

Com suas folhas maceradas, ela é misturada a compostos como solventes e ácido sulfúrico. Além disso, para ampliar o lucro do tráfico ilegal, são incluídos em sua composição outras substâncias como, por exemplo, talco, aspirina e até mesmo pó de giz ou gesso.

Já os efeitos da cocaína em sua forma mais letal – em pedra – também geram aceleração dos batimentos cardíacos, aumento de pressão arterial, dilatação de pupilas, suor intenso e tremores. 

Em ambos os casos, há uma falsa sensação de euforia, que termina com o efeito da droga, que pode durar no máximo 30 minutos.

A partir desse período curto, o usuário considera-se apto a usar novamente, o que acaba por se tornar um vício de forma muito rápida.

Efeitos da cocaína no corpo a longo prazo

Além de todos os malefícios citados acima, os efeitos da cocaína a longo prazo são danosos e podem prejudicar a capacidade intelectual e cognitiva do usuário, além de afetar regiões importantes do organismo, como por exemplo:

  • Surgimento de cortes no céu da boca, que prejudicam a saúde bucal e o apetite;
  • Descontrole da musculatura da mandíbula, perda dos dentes ou impulso permanente de morder;
  • Transtornos psicóticos, como esquizofrenia, podem se agravar. Mesmo em indivíduos saudáveis, é normal acontecer episódios de alucinação e delírio recorrentes;
  • Paranoia, estresse e crises fortes de ansiedade serão constantes;
  • Arritmia cardíaca, aneurisma, embolia pulmonar, trombose e outras doenças de caráter vascular ou cerebral;
  • Perda de memória, dificuldade em se concentrar e falta de capacidade analítica.

Quanto tempo duram os efeitos da cocaína?

De modo geral, o efeito estimulante e de euforia da cocaína dura em média 30 a 40 minutos. Contudo, não é possível estabelecer com propriedade o tempo de duração, uma vez que ele depende da quantidade de droga utilizada e da forma de administração.

Além disso, é preciso levar em consideração a tolerância de cada organismo em relação ao uso de entorpecentes.

Em resumo: não existe quantidade segura para o uso da cocaína, em todas suas formas.

Como cortar os efeitos da cocaína

abstinência de cocaína

A tentativa de minimizar ou cortar os efeitos da cocaína é muito comum entre familiares ou amigos de dependentes químicos da droga. Porém, é importante compreender que tal medida é apenas um paliativo, e que não há qualquer técnica, produto ou procedimento que realmente faça parar os efeitos da cocaína.

O ideal, nessa questão, é que se consiga buscar suporte especializado em uma clínica de reabilitação para tratar a dependência química, e não tentar reduzir os efeitos causados pela cocaína.

Ao buscar pela Internet, você irá encontrar respostas ou soluções mágicas para a pergunta “Como cortar os efeitos da cocaína”. Mas nenhum deles é eficaz ou irá proporcionar o verdadeiro acolhimento e cuidado que um dependente químico precisa.

Por isso, fuja de soluções simples e incentive o usuário a procurar ajuda. Caso seja você quem esteja precisando de ajuda, converse com sua família, amigos e peça apoio para começar um tratamento.

Infelizmente, não há saída simples, mas existe uma alternativa realmente eficaz e humanizada para acabar com os efeitos da cocaína: tratamento em clínica especializada.

Abstinência no uso da cocaína: quais os sintomas?

Os principais sintomas da abstinência no uso de cocaína são: irritabilidade, paranoia, ansiedade, pensamentos suicidas, perdas de memória e culminando até na tentativa de autoextermínio ou mutilação.

Um tratamento especializado, a fim de eliminar os efeitos da cocaína e acompanhar o usuário no processo de desintoxicação, é importante por vários motivos.

Mesmo em casos onde se interrompa o uso, caso não haja um acompanhamento profissional especializado, é possível acontecer eventual recaída por parte do usuário.

Por isso, para evitar esses e outros transtornos relacionados ao consumo e aos efeitos da cocaína, o auxílio médico é essencial. Aliás, há casos em que é necessária internação a fim de realizar a desintoxicação do paciente.

Nesse sentido, ter uma equipe humanizada e multidisciplinar, como acontece nas Clínicas Virtude, fará todo o diferencial no tratamento do paciente.

Caso você esteja passando por problemas com drogas ou pretende ajudar alguém nessa situação,procure ajuda!

Com unidades em Fortaleza, Recife, Brasília e Anápolis, as Clínicas Virtude valorizam a dignidade humana, respeitam a subjetividade e apostam na integralização e personalização dos tratamentos terapêuticos. Caso necessite de atendimento, entre em contato com um de nossos especialistas.

Surto psicótico: o que é, sintomas, tempo de duração e tratamentos

O surto psicótico é um episódio no qual ocorre a desorganização de como se observa a realidade. Dessa forma, há uma distorção do que se entende como representação social. 

Em outras palavras, os comportamentos verbais e não-verbais podem causar estranhamento e até mesmo incompreensão de quem está próximo à pessoa que surtou.

No ano de 2020, durante o auge da pandemia da Covid-19, cerca de 30% das pessoas infectadas apresentaram surtos psicóticos, mesmo sem qualquer histórico anterior do transtorno.

Ademais, alguns relatos de pacientes que já estiveram em uma clínica de recuperação dão a entender que o surto possa surgir depois de um stress mental intenso.

Confira nesse artigo tudo o que você precisa saber sobre transtorno psicótico, quando ele pode ocorrer, sintomas e informações sobre como lidar com esse transtorno psiquiátrico. Boa leitura!

O que é surto psicótico?

Em geral, define-se como surto psicótico a incapacidade de uma pessoa ter o contato com a realidade, podendo inclusive ter dificuldades em entender o que acontece ao seu redor. 

É importante compreender que um surto psicótico é um transtorno mental que não caracteriza a doença em si, mas sim, um sintoma. Isso significa que o episódio de psicose estará, comumente, associado a outros distúrbios que levam ao respectivo quadro. 

Exemplos desses distúrbios seriam a ansiedade, depressão, pensamentos ou ideias suicidas ou, em casos mais graves, transtornos do espectro de esquizofrenia.

A partir disso, a psicose pode causar uma interpretação diferente sobre o mundo e até envolver delírios ou alucinações.

Quais os sintomas de um surto psicótico?

Por se tratar de uma fantasia, na qual o indivíduo se internaliza em um mundo próprio e perde o juízo sobre a realidade, o surto psicótico possui sintomas diversos. 

Por outro lado, eles sempre se conectam a pensamentos absurdos e podem chegar a situações em que o indivíduo vê, ouve, sente pessoas ou objetos que nunca existiram. 

Dentre os principais sintomas que ocorrem no surto psicótico, dois são os principais e mais comuns: as alucinações e os delírios.

Alucinações

Quando acontece em um surto psicótico, a alucinação se caracteriza pelo surgimento de sensações – auditivas, visuais, etc. – atribuídas a causas ou situações que não existem. Ou seja, é possível que o indivíduo presencie, enxergue ou tenha uma experiência que não condiz com o mundo real.

Delírios

Por sua vez, os delírios em um surto de psicose fazem com que a pessoa acredite que há, por exemplo, uma conspiração para prejudicá-la. Isso a faz acreditar que suas crenças e opiniões não podem ser compartilhadas com ninguém.

As alucinações e delírios podem, inclusive, acontecer simultaneamente em um episódio psicótico, causando situações como: 

  • Discurso incoerente ou sem sentido;
  • Ansiedade;
  • Comportamento impróprio; 
  • Depressão; 
  • Isolamento social; 
  • Falta de motivação;
  • Problemas de sono.

Quanto tempo dura um surto psicótico?

De acordo com estudos realizados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), não é possível definir a duração exata de um surto psicótico. Desse modo, o episódio sempre dependerá do indivíduo, dos sintomas que se relacionam à psicose, da existência de outros transtornos ou comorbidades e do acompanhamento médico.

Além disso, o uso de álcool, tabaco ou drogas ilícitas podem potencializar o quadro psicótico, tornando os surtos mais frequentes, intensos ou duradouros.

Há exemplos em que transtornos psicóticos duram de 1 dia até 1 mês, enquanto que, em casos mais severos, podem acompanhar o indivíduo por toda a vida. Por isso é importante buscar um profissional da área psiquiátrica a fim de realizar a avaliação do caso e iniciar seu tratamento.

Devido à psicose poder se manifestar de forma secundária, existem doenças que podem agravá-la, como por exemplo: tumor cerebral, Alzheimer, Parkinson, alguns tipos de epilepsia ou acidente vascular na região encefálica.

Quem pode ter um surto psicótico?

É possível esclarecer que qualquer pessoa pode sofrer um surto psicótico, ainda que o componente genético e o histórico familiar contribua para sua maior incidência.

A psicanálise entende os surtos psicóticos como uma das 3 estruturas psíquicas, ao lado da neurose e da perversão. Por isso, é relevante afirmar que eles não acontecem apenas em pessoas com algum tipo de comorbidade. 

Em outras palavras, o episódio de psicose pode acontecer tanto em pessoas com esquizofrenia, transtorno bipolar ou delirante como em situações de estresse, trauma ou até mesmo pós-parto.

Os sintomas psicóticos podem acontecer da infância à velhice, porém, seu início é mais comum em adolescentes e adultos jovens, até 40 anos. 

Eles são mais frequentes em homens, porém, acontecem em ambos os sexos. Também são desencadeados por substâncias psicoativas como álcool, anfetamina, cocaína e outras drogas.

O que fazer quando uma pessoa tem um surto psicótico?

Quem presenciar uma pessoa em um surto psicótico deve, primeiramente, entrar em contato com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) pelo telefone 192. 

O recomendado é evitar conter o surto, ainda que seja de um indivíduo próximo, uma vez que não se sabe a proporção que ele poderá tomar.

Mesmo que seja raro a ocorrência de agressões durante o episódio, é essencial que se acompanhe a pessoa a fim de que ela não se machuque enquanto aguarda o socorro.

Tente criar um clima tranquilo até a chegada do atendimento especializado. Nesse sentido, não tente questionar ou contradizer a pessoa que está em um surto psicótico.

Por último, mesmo que o episódio se encerre antes do atendimento chegar, não cancele a visita de um profissional especializado.

O surto psicótico pode não ser o único problema psiquiátrico da pessoa, devendo o seu quadro ser avaliado por um médico.

Surto psicótico tem cura?

O surto psicótico não tem cura, porém tem tratamento. Nesse sentido, é extremamente importante que a busca por auxílio profissional seja feita. Agindo dessa forma, os sintomas poderão ser controlados e o indivíduo poderá ter maior qualidade de vida.

Dentre os tratamentos indicados por especialistas, há desde a terapia psicológica, o afastamento da pessoa (que teve o surto psicótico) de possíveis gatilhos do episódio, até o uso de medicamentos.

Em casos em que a pessoa apresenta risco para si, ela poderá ser hospitalizada e acompanhada por diversos profissionais, até que seja capaz de conviver de forma harmoniosa com outras pessoas.

Por isso, caso você presencie um amigo ou familiar com surtos psicóticos, ou ainda, que apresente sintomas que podem desencadeá-lo, procure ajuda!

As Clínicas Virtude podem ajudar você e as pessoas próximas a encontrarem auxílio psicológico e especializado.

Com unidades em Fortaleza, Recife, Brasília e Anápolis, as Clínica Virtudes valorizam a dignidade humana, respeitam a subjetividade e apostam na integralização e personalização dos tratamentos terapêuticos. Se precisar falar conosco, entre em contato que estamos prontos para atendê-lo!

Clínica de recuperação feminina: aprenda como encontrar a melhor

Uma clínica de recuperação feminina é um espaço de acolhimento e tratamento para mulheres em assuntos que se relacionam com os diversos transtornos psiquiátricos. 

Além disso, o ambiente também se dedica aos cuidados com dependência química, alcoolismo e outros problemas psicossociais, tais como depressão, transtorno bipolar do humor, etc.

Confira nesse artigo a importância da recuperação psiquiátrica feminina e como escolher a melhor clínica de recuperação. Boa leitura!

Recuperação psiquiátrica feminina

De acordo com um estudo da Fiocruz de 2020, no Brasil são mais de 5 milhões de usuários de drogas ilícitas e 2,3 milhões de dependentes de álcool.

Entre as mulheres, percebeu-se um padrão de consumo de maior quantidade em menor tempo. Essa atitude as tornam mais predispostas que os homens a se tornarem dependentes.

No corpo feminino, as drogas lícitas ou ilícitas causam problemas sérios em relação à amamentação, ciclo menstrual, fertilidade e gravidez. Isso também afeta diretamente a produção hormonal.

Dentre os principais motivos que levam as mulheres a procurar por drogas estão, de modo geral, a insatisfação com a vida que levam. Esse cenário é diferente da alta proporção masculina que enxerga os psicotrópicos como diversão.

Desse modo, há uma análise comportamental e psicológica muito importante a se fazer. As mulheres correspondem a cerca de 65% dos usuários de tranquilizantes e remédios controladores de ansiedade, que, a longo prazo, podem também causar distúrbios e dependência.

Por isso a importância de uma clínica de recuperação feminina, que entenda o contexto social a partir das especificidades de cada gênero.

Como escolher a melhor clínica de recuperação feminina

A decisão por uma clínica de recuperação feminina precisa considerar, primeiramente, a capacidade da instituição de avaliar de forma individual e humanizada o caso da mulher dependente.

Nesse sentido, na maioria dos casos, a dependência química é um fator resultante de um processo de desgaste emocional. Em outras palavras, o uso de drogas costuma não ser o problema em si, e sim a forma como a mulher decidiu resolver a questão que a aflige.

No caso do vício em remédios para ansiedade ou tranquilizantes, por exemplo, os estudos mostram que seu uso começa como uma possível solução para ansiedade e depressão. 

Contudo, o longo período de utilização – e o fato que as mulheres recorrem a eles duas vezes mais do que os homens – pode transformar a situação em um vício.

Nessa mesma linha, as drogas ilícitas possuem maior capacidade de transformar mulheres usuárias em dependentes, devido à anatomia feminina, de menor peso e resistência.

Logo, uma clínica de recuperação feminina precisa ser capaz de considerar todos esses fatores a fim de escolher pelo tratamento mais efetivo. Confira abaixo algumas opções.

Clínica de recuperação feminina evangélica

As clínicas de recuperação feminina evangélica são aquelas que, além dos procedimentos e tratamentos médicos, utilizam os preceitos e dogmas religiosos no tratamento. 

Nesse sentido, o acompanhamento psicológico considera a doutrina das religiões cristãs protestantes – onde o ensino é embasado apenas na Bíblia – com o intuito de que a recuperação da paciente seja apoiada também na fé em Deus.

É importante considerar que, de acordo com um estudo do Instituto Dante Pazzanese, a prática regular de atividade religiosa tem impacto na cura e melhora de doenças e comorbidades. 

Contudo, é preciso atenção quando uma clínica de recuperação feminina utiliza apenas esse recurso, sem validar as práticas científicas dos tratamentos psiquiátricos e psicológicos.

Centro de recuperação feminino para dependentes químicos

dependentes químicos

Existem centros ou clínicas de recuperação feminina com foco na dependência química, seja ela de drogas lícitas ou ilícitas. Nesses casos, os recursos terapêuticos consideram a possível reabilitação de mulheres a fim de reintegrá-las à sociedade.

Para isso, o tratamento conta com profissionais multidisciplinares e procedimentos farmacológicos, psiquiátricos e psicológicos.

Atividades de entretenimento e grupos para compartilhar experiências são outros recursos que podem também favorecer a recuperação de mulheres dependentes químicas que buscam uma clínica.

Internação de mulheres por uso de álcool

Ainda que seja uma droga lícita de maior consumo e aceitação, o álcool é responsável por uma parcela grande de dependentes em clínicas de recuperação feminina. De acordo com o Ministério da Saúde, o consumo excessivo de bebidas alcóolicas entre mulheres subiu, na última década, de 10,6% para 13,3%.

Assim como no caso das drogas ilícitas, o álcool tem um dano mais nocivo entre as mulheres, haja vista elas apresentarem menor quantidade de água no corpo. 

Dessa forma, mesmo bebendo de forma equivalente aos homens, elas tendem a se embriagar mais rápido e se viciar em menor tempo.

Em longo prazo, além de doenças crônicas também comuns a homens, como por exemplo, cirrose e hepatite alcoólica, a mulher pode desenvolver lapsos de memória e aumentar em até 9% a chance de câncer de mama do que mulheres que não ingerem álcool.

Por esses motivos, a internação de mulheres por uso de álcool em clínicas de recuperação se fazem pontuais e importantes.

Clínicas Virtude na recuperação feminina

Se você busca uma clínica de recuperação feminina, saiba que você pode contar com a estrutura especializada e humanizada das Clínicas Virtude. Possuímos os principais recursos da moderna psiquiatria a fim de cuidar de pacientes e proporcionar conforto aos familiares.

Por isso, disponibilizamos consultas e tratamentos ambulatoriais, hospital dia, remoção em UTI móvel e internação psiquiátrica. 

Tudo isso com uma equipe multiprofissional de especialistas em saúde mental e com abordagens de sucesso no cuidado de dependentes químicos.

As Clínicas Virtude atuam nesse ramo como instituição referência há 8 anos, proporcionando uma rede de cuidados integrados que contemplam ambulatório, internação e hospital. 

Além disso, há uma preocupação com recursos terapêuticos que possibilitam a promoção da saúde e da reabilitação de mulheres e homens.

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